Equipe brasileira faz boa prova e garante a segundo lugar no pódio do Mundialito de Fast Triathlon Masculino

25 de fevereiro de 2013 - 11:47

O resultado do Mundialito de Fast Triathlon Masculino foi positivo para a equipe do Brasil, representada pelos triatletas Wesley Matos, Diogo Sclebin e Danilo Pimentel. Após a dificuldade causada pelas grandes ondas, a equipe brasileira se recuperou, com Matos finalizando as 2ª e 3º baterias em 2º e 4º lugar, respectivamente. A forte recuperação garantiu a segunda posição na prova, com 68 pontos, sete pontos de diferença em relação aos Estados Unidos, que teve na liderança o norte-americano Tommy Zaferes. Em terceiro lugar, com 65 pontos, a África do Sul garantiu sua posição no pódio.

A primeira bateria do Fast Triathlon 2013 foi determinada pela classificação única de Zaferes. “Zaferes é um atleta olímpico da natação, além de ser surfista. Foi o único atleta que conseguiu sair das arrebentações do mar na primeira bateria”, comenta Matos, sobre a vantagem com a qual o americano garantiu uma volta em todos os outros 17 atletas, desclassificando-os da primeira bateria.

Na segunda bateria, Wesley mudou a estratégia e largou com Zaferes, entrou no mar ao lado dele e saiu junto com o americano, chegando ao final da bateria em segundo lugar e garantindo uma recuperação de pontos significativa para o Brasil. A terceira bateria também foi liderada pelo americano, seguido pelo cearense e por membros das equipes da Argentina e África do Sul.

Wesley, bolsista do Programa Bolsa Atleta, foi o melhor brasileiro na soma de todas as baterias. Embora as ondas tenham atrapalhado as chances de vitória da equipe brasileira na primeira bateria, a recuperação foi significativa e o Brasil ficou em segundo colocado, tendo tido a melhor pontuação da prova, entre as equipes, na segunda e na terceira bateria, quando recuperaram 11 pontos, graças a Wesley.

“O Brasil foi bem, ganhamos a segunda e a terceira baterias na soma dos pontos. A gente teve um rendimento bom”, avalia Matos, melhor brasileiro na soma de todas as baterias. “Somando a pontuação, nós fomos o grupo mais regular, mas a primeira bateria atrapalhou bastante. A água gelada já era um agravante, tiveram ondas muito altas”, completa o cearense, que se destacou e ajudou o Brasil na recuperação dos 11 pontos que garantiram a segunda posição na prova.

Agora o triatleta volta para sua cidade natal, Fortaleza, onde desembarca amanhã (25) e permanece treinando por mais quatro semanas, antes de seguir para o Panamerican Cup, no México.

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